Isso - Imprensa | companhia brasileira de teatro

Isso – Imprensa

Release | Clipping

 

A peça traz a adaptação do texto “Bon, Saint Cloud” da dramaturga francesa Noëlle Renaude, cuja obra era inédita nos palcos do país até esta montagem, que estreou em 2011 em Curitiba. Em repertório do grupo desde então, venceu o 8º Prêmio Bravo! Bradesco Prime de Cultura, como melhor espetáculo de teatro 2012, e o Prêmio APCA (Associação Profissional dos Críticos de Arte de São Paulo), também como melhor peça daquele ano. Recebeu ainda cinco indicações do Prêmio Questão de Crítica – espetáculo, elenco, ator, atriz, iluminação.

 Com direção de Marcio Abreu, a encenação traz os atores Giovana Soar, Nadja Naira, Ranieri Gonzalez e Rodrigo Ferrarini.  Trata-se de um drama permeado pelo humor, no qual a vida cotidiana de uma família surge como ponto de partida para uma reflexão sobre o tempo. Passam anos, décadas, vidas. Por meio de uma linguagem na qual os atores vivem seus personagens e também são narradores, um longo período é condensado, de forma poética e contundente.

 A peça aborda quatro gerações de uma mesma família. Entre os pequenos eventos cotidianos de pessoas absolutamente comuns, a companhia brasileira de teatro construiu um trabalho que discute ainda a relação do ator com a plateia.

 ENREDO

 Em “Isso te interessa?”, a companhia cria uma espécie de inventário sobre a vida familiar. O texto, traduzido e adaptado por Marcio Abreu e Giovana Soar, traz como matéria prima o relacionamento entre pai, mãe, filho, filha, netos e cachorros. Estimulados por um fluxo de narrativa que permeia todo o texto – uma das características do grupo teatral – estes personagens conversam, discutem, interrogam, se provocam.

 “A peça é uma espécie de saga familiar cotidiana, em que o tempo, na forma e no conteúdo, é um dos principais assuntos”, conta o diretor, Marcio Abreu. No afiado jogo teatral, são discutidos temas como o amor, relações humanas, cotidiano, vida, morte e a forma como as pessoas se relacionam com quem as cerca e seu meio. Desse modo, o trabalho segue a linha de trabalho desenvolvida pela companhia a cada montagem.

 

CLIPPING 

Questão de Crítica – Março 2012 – Crítica de Luciana Romagnolli

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Folha de São Paulo – Julho 2012 – Crítica de Luiz Fernando Ramos

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Bravo Online – Julho 2012 – Crítica de Valmir Santos

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