Iluminadora, diretora teatral e atriz, formada pelo Curso Superior de Artes Cênicas – PUC/PR e Centro Cultural Teatro Guaíra em 1993. 

Como iluminadora, trabalha há mais de 30 anos com importantes diretores de teatro. Trabalha também com companhias de dança e tem diversos trabalhos em música, como óperas, shows de MPB e concertos. Em recebeu 2015 o Prêmio APTR e o Prêmio Questão de Crítica de melhor iluminação pelo espetáculo KRUM. Em 2012 o Prêmio Shell RJ de melhor iluminação pelo espetáculo Esta Criança. Recebeu o Prêmio Governador do Estado PR – Troféu Gralha Azul de melhor iluminação em 2000, 1999 e 1998  e o Prêmio Café do Teatro Curitiba PR- Troféu Poty Lazarotto em 2001 e 1999.

Em 2015, participou da equipe da representação brasileira para a Seção dos Países e Regiões da Quadrienal de Praga (Espaço e Design da Performance) com trabalhos sobre as peças Nômades e Esta Criança.

Como diretora realizou: Lusco-Fusco (2023); Penélope (2023); O Universo está vivo como um animal (2022); Penélope (web peça 2020) texto de Lígia Souza; People vs Tesla (audio peça 2020) texto de Isabel Teixeira; Bem-vindos à espécie humana (2019); Mesmas Coisas (2017), textos de Manoel Carlos Karam produção de Michlle Pucci; A cidade sem mar (2016), textos de Manoel Carlos Karam e A Viagem (2009), ambas em co-direção com Giovana Soar; Mar Paraguayo (2015) de Wilson Bueno; Bolacha Maria (2008), textos de Manoel Carlos Karam;  Os Leões (2006), de Pablo Miguel de la Vega y Mendoza. Dirigiu e adaptou textos para leituras dramáticas: Sabor Brasilis Cena HQ (2014), Mar Paraguayo (2008) de Wilson Bueno, Encrenca (2007) e outros textos de Manoel Carlos Karam.

Como atriz participou recentemente dos trabalhos da companhia brasileira de teatro em: PRETO (2017), PROJETO bRASIL (2015), Nus ferozes e antropófagos (2014), Isso te interessa? (2011),  Vida (2010), Distraits Nous Vaincrons (2010), Descartes Com Lentes (2009),  Polifonias, (2006), Suíte 1 (2004). 

E ainda tem em seu histórico: A Volta ao Lar (2001), de Harold Pinter; direção de Sílvia Monteiro;  Trecentina 500 (1999), texto de Mário Schoemberger e Enéas Lour, direção de João Luiz Fiani;  A menina que pisou no pão (1999), texto e direção de Eugenio Gielow; O Dedo Volúvel do Destino (1995), texto e direção de Cleide Piasecki; O Vampiro e a Polaquinha (1995), de Dalton Trevisan, direção de Ademar Guerra.

 Em 2010 participou do Projeto Ciclo de Obras Completas da Fundação Cultural de Curitiba, lendo a obra do escritor Manoel Carlos Karam. Em 2012 no mesmo projeto leu a obra de Helena Kolody. Em parceria com a companhia brasileira de teatro desenvolveu projetos de leitura de autores brasileiros.

Integra a companhia brasileira de teatro desde 2002, tendo participado todas as suas produções.

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